Novata no empreendedorismo? Autoconhecimento e foco no mundo digital são caminhos obrigatórios

por Feito Para Ela

Em meio à pandemia, especialista esclarece como as mulheres podem iniciar uma carreira empreendedora

O início de uma carreira empreendedora é um caminho cada vez mais procurado por muitas mulheres que buscam novas fontes de renda em meio ao cenário da pandemia. Entretanto, tornar-se “dona do próprio negócio” requer um exercício de autoconhecimento que passam pela identificação de habilidades e pelo potencial de avaliação de produtos e serviços adequados ao momento atual.

Célia Kano, diretora da Rede Mulher Empreendedora

“Na pandemia, vimos o aumento do consumo de produtos e serviços no mundo digital: delivery e e-commerces, por exemplo. Recomendamos que a mulher que quer empreender reflita como seu produto e/ou serviço podem ser impulsionados no mundo digital”, explica Célia Kano, diretora da Rede Mulher Empreendedora.

Encontrar o ramo de atuação certo é outro desafio para planejar o começo de uma carreira empreendedora. “Acreditamos que a área do negócio é um misto de experiência profissional (como funcionária mesmo) e a motivação por se aprofundar enquanto empreende. Por isso, o autoconhecimento sobre o que você sabe é essencial para iniciar o negócio”, destaca a diretora da Rede Mulher Empreendedora.

A qualificação profissional para exercer a nova atividade também deve estar no radar da empreendedora iniciante. “É recomendável que as mulheres se capacitem em marketing, vendas e educação financeira – áreas de conhecimento que são essenciais para a expansão do negócio e normalmente pouco valorizadas pelas mulheres empreendedoras”, alerta Célia Kano.

A questão financeira é outro ponto crucial na hora de pensar em montar um negócio próprio. O caminho para dar o primeiro passo deve seguir dentro de uma realidade que “caiba no bolso”, diminuindo os riscos e evitando os altos investimentos no início do processo. “As empreendedoras devem testar rápido e barato suas ideias. Antes de realizar grandes investimentos (em tecnologia, estoque de materiais e outros), recomendamos que testem se existem clientes para comprar”, destaca a diretora da Rede Mulher Empreendedora.

Com o aumento do isolamento social causado pela pandemia, as redes sociais tornaram-se uma ferramenta ainda mais poderosa no mundo dos negócios. E para a mulher que pretende começar a empreender, saber usá-las é uma realidade obrigatória. “As redes sociais são uma excelente forma de divulgar o seu negócio, sem barreira de fronteiras físicas. Você pode atentar nacionalmente e não ficar limitada à sua cidade. O relacionamento via redes sociais também tem lados positivos como a proximidade, mas também vem com desafios como a disponibilidade de um canal 24 horas aberto para dúvidas dos clientes”, ressalta Célia Kano, diretora da Rede Mulher Empreendedora.

 

Capacitação

A orientação profissional deve estar no topo da lista de prioridades da mulher que quer iniciar uma carreira própria e sólida em quaisquer atividades. Desenvolvido pela Rede Mulher Empreendedora, o programa Ela Pode é uma opção gratuita e focada na jornada de autoconhecimento, dos pontos fortes e desafios sociais da mulher para que ela possa se fortalecer no momento de empreender. Atualmente, a iniciativa oferece capacitações gratuitas para o aprendizado de habilidades como negociação, finanças, liderança, comunicação, networking, marca pessoal e ferramentas digitais. Mais informações sobre o programa podem ser obtidas pelo site: https://elapode.com.br/

 

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